DESCRIÇÃO
O Ideal Cavaleiresco não está morto, e ao ser pisoteado, depois de um aparente sono, volta a surgir. Manifesta-se como um anseio de vida, como uma necessidade de estar vivo e ainda como uma forma de proteger a vida e a estabilidade da alma.
Novamente, os filmes e os romances históricos o reclamam. Nas conversas, procura-se ver nele o sentido de uma vida que aparentemente não o tem.
A defesa dos oprimidos, a cortesia, a generosidade, a bandeira por causas justas, a defesa da justiça, a verticalidade ígnea perante a adversidade, a dureza do aço perante os golpes do destino, no sorriso porque se sabe que a alma é eterna e que todo o mal é passageiro, e que a dor forja e purifica; são valores e impulsos que novamente clamam das profundezas do nosso Ser.
Nesta obra o leitor pode ver como o Ideal Cavaleiresco se manifestou em diversas áreas geográficas, épocas e culturas.
Nos artigos destacam-se os aztecas, romanos, samurai, cavaleiros islâmicos e guerreiros da Índia Antiga.

