Apontamentos de Simbolismo Arturiano

16,20 

Em stock

Em stock

Autor

José Carlos Fernández

Formato

15,24 x 22,86 cm

N.º páginas

172

Encadernação

Capa mole

DESCRIÇÃO

No ciclo de Artur existe uma série de alegorias e símbolos que clamam nas profundezas na alma humana pela virtude e pelo serviço aos outros; pelo sentido de nobreza e de uma grande dignidade: o próprio Rei Artur e os seus Cavaleiros da Távola Redonda, o Assento Perigoso, a pureza e a perfeição de Galahad, a
busca da Beleza de Sir Gawain, o sacrifício e a compaixão de Parsifal ou a espada Excalibur. A consumação do amor como um mar sem limites que dissolve tudo em Tristão e Isolda, o símbolo da virtude associado a cada uma das armas e proteções do cavaleiro e dos símbolos da sua iniciação e juramento de entrada na Ordem.

Como é mencionado nos textos e que chega inclusive até Dom Quixote de la Mancha, a melhor forma de prestar serviço à vontade de Deus é uma Cavalaria Andante, socorrer os que necessitam, honrar as Damas e sacrificar os egoísmos no altar da generosidade e da bondade; proteger os direitos daqueles que os veem violados e, assim, «ir caminhando por um mundo de ferro até o converter num mundo de ouro», pois o ouro espiritual, como dizia Platão, dorme no coração de todo aquele que quer ser um verdadeiro cavaleiro e uma verdadeira dama.