No passado dia 17 de Agosto escutámos pelas vozes do Grupo Artes Orpheu as poesias de Florbela Espanca.
Entrámos no mundo da dúvida, incerteza e perdição, pelas regiões mais sombrias que a poetisa encontra na existência humana. Até que se alcança terras de sonho, esperança, contemplação e alegria… Amar, amar, amar perdidamente.
No Templo da Poesia descobrimos como o desalento de Florbela não é mais do que as provas que também Atégina-Proserpina personificam. Como é rica a cultura Grego-Romana e Lusitana. Precisamos fortalecer-nos através das provas do sub-mundo para renascer como Primavera.