Sabia que Saint-Exupéry ambicionava deixar aos homens uma “bíblia” que fosse também um “poema”? Foi esta a razão pela qual reuniu folhas escritas ao longo de vários anos. Assim surgiu “Cidadela”, constituída pela súmula das meditações de toda a sua vida. Nesta obra póstuma inacabada está espelhado o sentido do que é autêntico, sincero e participado, pois, para Saint-Exupéry, só quem colabora é. E Cidadela é, porque reflete o coração do homem simultaneamente singular e universal. Nas suas palavras: «A pedra não tem esperança de ser outra coisa que não pedra. Mas ao colaborar, ela congrega-se e torna-se templo». Vamos falar sobre os altíssimos conceitos de honra e responsabilidade de Saint-Exupéry e da sua visão humanística da vida. Vamos falar da Cidadela…
Local:
BIBLIOTECA PALÁCIO GALVEIAS
Campo Pequeno
1049-046 Lisboa



