Por Sara Santos, Carla César e Carla Bastos membros da Nova Acrópole Portugal
Do racionalismo ao Idealismo Alemão.
Nesta atividade iremos abordar algumas ideias de filósofos modernos/contemporâneos que viveram nos séculos XVII e XIX.
Começamos pelo filósofo Baruch Espinosa (1632-1677), que preconiza uma linha filosófica racionalista e, como tal entende que a liberdade vem do conhecimento racional. Refere que a Alegria está ligada ao conhecimento, que as emoções explicam o comportamento humano, e que Deus e a Natureza são a mesma coisa. Resumindo, para se ser livre é necessário compreender. Foi profundamente influenciado por René Descartes, recebeu formação do judaísmo sefardita, tendo sido também influenciado pelo Estoicismo e Neoplatonismo. Relativamente à ciência usa o método geométrico herdado de Euclides. Terá uma grande influência no pensamento moderno como, por exemplo, em Nietzsche de quem falaremos mais à frente.
Arthur Schopenhauer (1788-1860), um mais influentes representantes do pessimismo filosófico, parte do idealismo transcendental de Immanuel Kant, combinando a metafísica, o pessimismo e a ética da compaixão, tornando-se muito importante na transição entre este e Nietzsche. Em poucas palavras, na sua filosofia a vontade é cega, a vida é dominada pelo sofrimento, a felicidade é ausência temporária de dor, e tem uma forte influência oriental no que respeita ao seu olhar sobre a religião.
Friedrich Nietzsche (1844-1900), sobre quem muitos já ouviram falar. A sua visão filosófica assenta no vitalismo, no perspectivismo e na crítica à metafísica. Defende a vontade de poder, a força criadora ou a criação de valores, uma vez que a felicidade e a liberdade vêm da autocriação e da afirmação da vida. A sua abordagem filosófica era algo controversa e pode ser exemplificada por esta frase da sua autoria: “Deus está morto”.
Nesta atividade iremos abordar algumas ideias de filósofos modernos/contemporâneos que viveram nos séculos XVII e XIX.
Começamos pelo filósofo Baruch Espinosa (1632-1677), que preconiza uma linha filosófica racionalista e, como tal entende que a liberdade vem do conhecimento racional. Refere que a Alegria está ligada ao conhecimento, que as emoções explicam o comportamento humano, e que Deus e a Natureza são a mesma coisa. Resumindo, para se ser livre é necessário compreender. Foi profundamente influenciado por René Descartes, recebeu formação do judaísmo sefardita, tendo sido também influenciado pelo Estoicismo e Neoplatonismo. Relativamente à ciência usa o método geométrico herdado de Euclides. Terá uma grande influência no pensamento moderno como, por exemplo, em Nietzsche de quem falaremos mais à frente.
Arthur Schopenhauer (1788-1860), um mais influentes representantes do pessimismo filosófico, parte do idealismo transcendental de Immanuel Kant, combinando a metafísica, o pessimismo e a ética da compaixão, tornando-se muito importante na transição entre este e Nietzsche. Em poucas palavras, na sua filosofia a vontade é cega, a vida é dominada pelo sofrimento, a felicidade é ausência temporária de dor, e tem uma forte influência oriental no que respeita ao seu olhar sobre a religião.
Friedrich Nietzsche (1844-1900), sobre quem muitos já ouviram falar. A sua visão filosófica assenta no vitalismo, no perspectivismo e na crítica à metafísica. Defende a vontade de poder, a força criadora ou a criação de valores, uma vez que a felicidade e a liberdade vêm da autocriação e da afirmação da vida. A sua abordagem filosófica era algo controversa e pode ser exemplificada por esta frase da sua autoria: “Deus está morto”.
DATA
22/05/2026
HORÁRIO
6ªfeira | 19h30
DURAÇÃO
1h30
LOCAL
Atividade Gratuita, mediante inscrição prévia.


