Por Mª Ángeles Castro – Instrutora da Nova Acrópole de Portugal
Quando contemplamos a Natureza ficamos estasiados pela sua beleza, a sua ordem e a sua organização. Sentimos a Vida, e tudo isso ultrapassa os nossos limites de compreensão, normalmente acostumados ao concreto, ao pequeno, ao imperfeito.
Todos estudamos matemáticas, química e outras coisas mais, frequentemente de forma muito externa e muito racional; como se esse mundo mental de elementos matemáticos e esse mundo experimental dos processos químicos, fossem uma forma de explicar o mundo em que vivemos e, mais ainda, de explicar apenas a sua parte material e energética.
Mas o nosso ponto de vista poderia ser mais profundo, menos limitados, talvez, pudéssemos ver estes elementos, não apenas como explicação de uns processos, mas como a sua causa. Para isso necessitamos ser um pouco platónicos e perceber a Alma do Mundo.



