Houve um tempo em que os sábios, eventualmente chamados de cientistas, artistas ou filósofos moviam-se por diversos campos do conhecimento. Matemática, física, arquitetura, filosofia e mística eram matéria-prima do pensamento e da acção. A revolução industrial veio causar uma ruptura com o saber renascentista e, a partir século XIX, a compartimentação do saber e a especialização foram ganhando força. Como consequência, costumamos acreditar que pensamento e prática são compartimentos distintos da vida. Com tudo, pensar o mundo e fazer o mundo fazem parte da mesma realidade.
Com António Freitas


