No dia 28 de setembro de 2024, a Nova Acrópole Carregado realizou a Conferência “O feminino e o amor”. A oradora Célia Peralta expôs a dualidade das polaridades femininas e masculinas. Evidenciou que os valores masculinos são sobrepostos ao longo do tempo e que por muitas vezes o feminino é visto de forma equivocada com uma função secundária.

Na simbologia, a harmonia dos opostos aparece no Yin e Yang e em vários outros mitos. Na busca do equilibro e complementaridade é que surge o amor. O papel feminino pode ser identificado como o amor nas suas variadas formas, como por exemplo, a deusa Isis, símbolo da grande mãe e amor no Egito, a força que une.

O feminino é responsável por gerar a vida, guardar, nutrir, proteger valores, zelar por todos, uma função movida pela generosidade e pela coragem, a ação pelo coração. Há na história o exemplo das Vestais, que eram responsáveis por manter o espírito de Roma, o fogo, aceso.

Referiu que a ausência da polaridade feminina é personificada na falta do amor. O amor sensual, sem sentimentos, a mecanicidade, a falta de espontaneidade, a perda do respeito pela natureza.

Para finalizar, frisou que o reconhecimento dos valores femininos é vital para despertar em nós o amor.