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A Viagem d'O Profeta
Representação teatral por Membros
da Nova Acrópole muito aplaudida em Lisboa e no Porto

«O Fogo jamais pode ser coberto.»
(in D. Quixote de La Mancha)
Após várias semanas de entrega à interiorização do texto, à abertura ao fluxo das imagens que inspiram cada autor teatral – cada actor –, de encenação, de música, de dança, de jogos gestuais, monólogos, diálogos, reflexões,… anteve-se a entrega de palco, a que termina com o todo completo e tem a sua máxima luz no dia da estreia.
Para alguns tratava-se da primeira experiência, realmente, teatral, para outros somavam-se outras, o que se mostrou particularmente profícuo ao nível da partilha fraterna de experiências, ideias, temperadas com ousadia, harmonia, cor e profundidade.
Assim foi crescendo cada personagem, cada aspecto que compunha o palco e a Peça em si.
Podemos dizer que cada um se despiu, despiu-se do que é no dia-a-dia para ser integralmente em cada minuto de ensaio uma das fortes personagens de Kalil Gibran, em O Profeta e outros textos como foi o caso da Bailarina, um momento de dança, da Pérola, um conselho sábio e acolhedor, mergulhando em tudo o que percorre do Nascimento à Morte, através do convite de Almitra, a profetisa do Templo sem tempo, talvez aquele Templo em que todos um dia seremos profetas de Nós mesmos, da Vida e do Universo.
A magia de palco, de cada ensaio, enfim do Caminho é, com certeza, inesquecível para cada um. São símbolo das fusões, do que flui e prova que o todo é muito maior do que a soma das suas partes.
No dia 11 do mês de Dezembro, como planeado, teve lugar a estreia de A Viagem d' Profeta de KG, no Espaço D. Dinis, representado pelos Membros da Nova Acrópole em Lisboa. Depois, a 6 de Março, levámo-la à cena na Sede da Nova Acrópole do Porto, e repetimo-la, recentemente, no Espaço D. Dinis, dia 12 de Março. Todas com sala cheia e grande adesão do público.
Para quem esteve em palco foi veramente gratificante assistir à plateia – atenta, sorridente, interessada e muito participativa.
Doar cada um dos ensinamentos que nos oferenda O Profeta é permitir-se viajar por um mundo desigual e único que é o mundo interior de cada Indivíduo e só a partir desse olhar para dentro, para si mesmo, esse «Conhecer-Se a Si Mesmo» permitir depois, a cada um ser nascente que corre e refresca o mundo de pureza, virtude, esperança e plasmação de sonhos, que fazem levantar as asas e fazê-las vibrar no mais alto espaço atmosférico!
Também foi muito prazeroso os diálogos ao final da peça, as partilhas de leituras, experiências, interpretações, enfim sonhos e caminhos. Faz lembrar viver, crescendo sempre um pouco mais, mesmo quando não se planeia…
Todos, Membros, público, amigos, podemos entender que
Trabalho é amor tornado visível
Khalil Gibran
P. S.: Prometemos, já para o próximo mês de Maio, uma representação na cidade de Coimbra e uma nova apresentação em Lisboa, no mês de Outubro.

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LISBOA
Pierre Poulain em Portugal

Nos passados dias 23 a 25 de Junho a Nova Acrópole de Lisboa teve a honra de receber o fotógrafo Pierre Poulain.
Pierre Poulain, além de Director Nacional da Nova Acrópole em Israel, é fotógrafo, tendo já uma longa carreira tanto de formação como de experimentação e aplicação de um estilo próprio. Ultimamente, tem viajado por todo o mundo, para expor os seus trabalhos e experimentar novas perspectivas a partir da sua objectiva. Como afirma, a fotografia acompanha-o sempre, em cada momento do seu dia-a-dia, pelo que aproveitou estes dias que esteve por Lisboa para registar, com a leveza dos contrastes, «momentos» da alma lusa.
Conforme estava programado, nos dias 23 e 24, decorreu o Workshop de Fotografia ministrado por Pierre Poulain, que se dedica a esta arte com um entusiasmo inesgotável, vendo-a não só como forma de expressão pessoal e artística mas como caminho para o conhecimento de si próprio e do ambiente que o envolve. Tendo iniciado o seu percurso em França é de inspiração europeia a sua primeira percepção, mas as perspectivas que marcam o seu trabalho são de traço universal, onde a tonalidade oriental também marca as miríades de cores e intensidade que perpassa o mundo e o próprio Ser Humano ficam registadas nas fotos.
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PORTO
EXPEDIÇÃO ARQUEOLÓGICA "CICLOPES I"
Nos dias 25 e 26 de Julho a Nova Acrópole Porto realizou uma expedição arqueológia de Verão por terras de Lafões e Alto Dão. Para além dos bons momentos de convívio, onde se inclui o acampamento nas margens do Dão junto à ponte medieval do Castelo de Penalva, pudemos "descobrir" várias jóias do nosso património arqueológico destacando como exemplos principais: estela-menir da Caparrosa, Bicão dos Conqueiros, antas de Matança, Cortiçô e Carapito, um vasto conjunto de sepulturas em granito do período visigótico ditas não-antropomórficas mas que, quanto a nós, pensamos serem de origem bem mais remota relacionadas com a cultura tipo Panóias, terminando a viagem no esbelto e altaneiro castelo de Penedono do célebre Álvaro Gonçalves Coutinho, o Magriço dos Doze de Inglaterra.
E no final destas aventuras ficamos sempre com o sentimento de termos efectuado uma viagem não só no espaço mas fundamentalmente no tempo, em busca das mais recônditas pégadas que o ser humano deixou marcadas no nosso território. E com o olhar banhado de lindissimas paisagens...
"FILOSOFIA E ARTES MARCIAIS"
No passado dia 7 de Junho, pelas 17 horas, na sede da Nova Acrópole Porto, o Grande Mestre Hiroo Mochizuki proferiu uma conferência versando o tema da Artes Marciais numa vertente filosófica. Foi uma oportunidade para ver e ouvir uma já quase lenda viva das Artes Marciais pois Mochizuki, para além de descender do famoso clã Takeda, foi o introdutor do Karaté na Europa na década de 50 do séc. XX.
Com a sua capacidade comunicativa no seu francês tranquilo e explicíto e bastante expressivo, Mochizuki fazendo uma retrospectiva da evolução das artes marciais japonesas desde a época dos samurais até ao séc. XX, introduziu-nos na finalidade, prática e essência das artes marciais.
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COIMBRA
Fim-de-semana Ecológico
Limpeza do Jardim da Sereia
Na manhã do domingo 26 de Setembro, voluntários da Nova Acrópole responderam ao desafio de se limpar o Jardim da Sereia. Cheios de boa vontade e também de eficácia, puseram mãos à obra e o jardim ficou liberto dos vestígios das noitadas e do descuido de muita gente que por ali vai passando.
A Câmara de Coimbra pôs à disposição material de limpeza e 4 contentores e após 3 horas de labor o Jardim voltou aos seus encantos.
Valeu o esforço, pois embora saindo todos cansados a felicidade de ter contribuindo para um canto do nosso mundo mais limpo foi muito superior.
Caminhada na Serra da Lousã
Saindo junto do Castelo, os participantes desta caminhada puderam desfrutar das maravilhosas paisagens da serra até à chegada a uma das aldeias típicas, o Talasnal.
Foi um passeio maravilhoso acompanhado com pausas para escutar trechos do filósofo naturalista americano, Henry David Thoreau.
Depois de um piquenique na aldeia serrana regressou-se mais enriquecido e pleno dos perfumes e silêncio deste lugar maravilhoso.
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AVEIRO
RALLY MEGALÍTICO
No passado dia 4 de Outubro, a Associação Cultural Nova Acrópole de Aveiro comemorou o seu 6º Aniversário. Para comemorar esta data realizou-se uma viagem por alguns dos lugares com espólio megalítico da zona de Aveiro.
Pedra dos Cantinhos
(figuras evidenciadas com areia branca)
O distrito de Aveiro, nas suas zonas limítrofes, tal como o distrito de Viseu, é muito rico em património megalítico e assim, a Nova Acrópole levou a cabo um Rally por alguns dos locais mais importantes, destinado apenas para os seus membros.
Anta da Cerqueira
Contando com a presença do Director Nacional, o Professor, Escritor e Investigador José Carlos Fernández, todos os participantes foram brindados com riquíssimas explicações históricas relativas aos monumentos em questão.
Anta da Capela dos Mouros
Como sempre a fraternidade e a amizade foram o prato principal.

Pedra das Ferraduras Pintadas
(figuras evidenciadas com areia branca)

FESTA DOS AMIGOS
No passado dia 17 de Setembro uma delegação da Nova Acrópole de Aveiro esteve presente na Festa dos Amigos, festividade que deu por encerrada a participação de várias entidades culturais nas celebrações dos 250 anos da elevação a cidade de Aveiro que teve como momento alto uma reconstituição histórica da época.
Estivemos presentes com um espaço cedido pela organização onde expusemos os nossos vários trabalhos (artesanato e editorial). Para além disso contribuimos com uma representação humorística no palco principal.
Nas palavras de um dos seus maiores impulsionadores José Carlos Mota este foi um momento particularmente rico de mobilização cívica, de celebração da cidade e da sua história, de comemoração da amizade e da boa vizinhança.
Nós também consideramos que sim!

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