faqs gerais 2017-04-11T09:29:32+00:00

Perguntas Frequentes

O que é a Nova Acrópole?

A Nova Acrópole é uma organização internacional de carácter filosófico, cultural e social.

Foi fundada em 1957 em Buenos Aires (Argentina) pelo professor Jorge Ángel Livraga Rizzi (1930-1991), historiador e filósofo.

A Organização Internacional Nova Acrópole – Filosofia, Cultura e Voluntariado oferece uma educação completa, humanista, integral, que capacita o ser humano a dirigir a sua própria vida, ajudando-o a conquistar mais qualidade de vida, tanto no individual como no coletivo.

Estamos há 58 anos a promover uma filosofia vital para a construção de um mundo novo e melhor.

Porquê o nome “Nova Acrópole”?

Na Grécia Antiga, Acrópole significava a parte mais elevada da cidade, onde se estabelecia o contato entre o visível e o invisível. Trata-se de um lugar simbólico para a nossa imaginação, que sugere ascender para o mais elevado de nós mesmos.

Consideramos que o mundo atual necessita de novas acrópoles, feitas não de pedras, mas de seres humanos, erguidas no coração das nossas cidades, para crescer interiormente e recuperar os laços profundos que nos unem com os demais e com a Natureza.

Atualmente, a Nova Acrópole está presente em mais de cinquenta países, reunindo mais de 15.000 membros ativos e centenas de milhar de simpatizantes, que se expressam em mais de dezoito idiomas e representam uma vasta gama de confissões religiosas, origens étnicas e heranças culturais, oferecendo um magnífico exemplo de coexistência fraterna e mútua compreensão.

Quais são os princípios da N.A.?

  • Promover um ideal de fraternidade internacional, fundamentado no respeito pela dignidade humana, mais além das diferenças raciais, de sexo, culturais, religiosas, sociais, etc.
  • Fomentar o amor pela sabedoria, que, através do estudo comparado de filosofias, religiões, ciências e artes, promova o conhecimento do ser humano, da natureza e do universo.
  • Desenvolver o melhor potencial humano, promovendo a realização do ser humano como indivíduo e a sua integração na sociedade e na natureza, como elemento ativo e consciente para melhorar o mundo.
Veja mais aqui

O que é uma Escola de Filosofia à maneira clássica?

Para viver o presente com projeção de futuro damos à filosofia um sentido “clássico”, que significa: prático e ativo, e não apenas intelectual ou contemplativo. Ou seja, há que viver o que se aprende e aprender do que se vive.

Esta filosofia ativa desenvolve a capacidade do domínio de si próprio, pacifica o espírito e atua de acordo com o que a nossa razão e consciência podem captar da harmonia do mundo. Desta forma, concilia sentimento, pensamento e ação, ensinando a pensar por si próprio e a decidir livremente. A prática da filosofia abarca todo o leque da existência humana; serve para dar um sentido à vida e não se deixar levar por ela.

A filosofia, quando abordada de forma prática, é formadora e ajuda-nos conhecermo-nos e a aprimorarmo-nos. Resgatamos essa forma clássica de aprendizagem, natural em todas as pessoas, que sempre foi utilizada nas grandes civilizações: aprender conhecimentos universais e exercitá-los ao mesmo tempo, compondo a nossa vida.

Ser filósofo é uma forma de vida comprometida com as melhores aspirações da Humanidade, gerando crescimento para si e para os demais. Por isso oferecemos uma educação integral, humanista, que capacita o ser humano para dirigir a sua própria vida e ajudar eficazmente aqueles que o rodeiam. A educação filosófica faz-nos descobrir o sentido da vida e permite-nos conhecer e aproveitar as suas causas e objetivos. Apostamos no indivíduo: tal como forem os indivíduos, serão as sociedades.

Quem dirige a Nova Acrópole?

Delia Steinberg Guzmán.

Nasceu em Buenos Aires, Argentina, em 1943. Obteve a nacionalidade espanhola em 1975.

Começou os seus estudos musicais na infância e aos dezassete anos graduou-se como Professora de Piano e Composição no Conservatório Nacional de Música de Buenos Aires. Durante vários anos realizou estudos de aperfeiçoamento com a pianista argentina Flora Nudelman e, posteriormente, com o Maestro russo Hubert Brandenburg.

Obteve a licenciatura em Filosofia pela Universidade de Buenos Aires.

O seu interesse pela cultura e pela educação como instrumento de realização pessoal fê-la continuar os seus estudos noutras disciplinas, realizando cursos de especialização em Arqueologia, História, História da Música, Medicina Bioenergética e outras terapias naturais.

Veja mais aqui

Onde estamos?

Em Portugal:

Aveiro
Braga
Coimbra
Famalicão
Lisboa
Oeiras-Cascais
Porto

Veja mais aqui

No Mundo:

Em mais de 50 países.

Veja mais aqui

Como tornar-se membro?

Para participar das atividades culturais e de voluntariado basta solicitá-lo na sede mais próxima, ou inscrever-se através da página web do país onde reside.

Se estiver interessado em fazer parte da organização e compartilhar os valores que promovemos, pode inscrever-se no Curso de Filosofia Prática, a Sabedoria das Antigas Civilizações que é desenvolvido pela Escola de Filosofia à maneira Clássica da Organização Internacional Nova Acrópole em cada uma das suas sedes. Este curso proporciona o conhecimento necessário sobre os princípios e modos de ação da N.A. nas suas diferentes facetas e a sua base filosófica.

A condição de membro implica o direito de receber uma formação constante, segundo um programa de estudos que se adapta a todo tipo de pessoas e não necessita de títulos ou formações prévias. Não procuramos um nível meramente teórico ou erudito para os nossos cursos, mas que estes proporcionem respostas para a vida quotidiana.

Os membros da O.I.N.A. estão totalmente integrados nos seus contextos sociais e familiares, pois a sua atividade como tal não os separa nem isola, pelo contrário, permite-lhes uma melhor atuação no mundo.

Quanto se paga?

Cada sede de Nova Acrópole estabelece o valor das quotas, dependendo da situação da sede e das possibilidades dos seus participantes.

Como são financiadas as atividades da N.A.?

A Nova Acrópole desenvolveu uma economia descentralizada, com auditorias externas periódicas, e baseia os seus ingressos económicos e sustentabilidade financeira em quatro pilares:

– os cursos de formação e as vendas de produtos culturais, elaborados nas nossas sedes;

– todos os membros contribuem com uma quota mensal, que lhes dá direito a participar em todas as atividades e ter acesso à rede internacional de sedes e cursos da N.A.;

– o apoio do serviço voluntário, coordenado por um pequeno mas eficiente corpo administrativo;

– o apoio e patrocínio de empresas privadas e outras instituições. 

A N.A. está vinculada com alguma organização religiosa ou mística?

Não.

Os princípios fundacionais da N.A. estabelecem o respeito pelas diferentes formas institucionalizadas de religião.

Acreditamos que a ignorância e o fanatismo só geram violência e ódio “em nome de Deus” e, por isso, propomos um cuidadoso estudo comparado que permita gerar laços de entendimento, ao invés de muros de separação. Cremos em Deus e respeitamos as diferentes formas religiosas dos nossos membros, e é devido a isso que a Nova Acrópole existe e permanece em países cristãos, budistas, muçulmanos, etc.

A Nova Acrópole é de direita ou esquerda?

O estudo dos ciclos históricos e os princípios filosóficos da busca de uma sociedade justa fazem parte do nosso programa de formação. Tal como acontece com a religião, acreditamos que as posições fanáticas e fechadas só geram violência e separação, e que o estudo e a reflexão profunda da história conferem as ferramentas individuais de tolerância e compreensão para com os seus concidadãos. Nas nossas sociedades faltam cidadãos verdadeiramente dispostos a trabalhar juntos pelo bem comum, mais além de qualquer preferência política.

A N.A. está legalmente constituída?

Sim, em todos os países onde trabalhamos.

Cada uma de nossas sedes está registada pelas autoridades governamentais e cumpre escrupulosamente com as normas legais de cada país. Da mesma forma, promovemos entre os nossos membros e amigos o respeito pelas mesmas. Além disso, a Organização Internacional Nova Acrópole, como associação internacional sem fins lucrativos, está inscrita no Registo Internacional de Associações, reconhecida pelo Real Decreto de 12 de Fevereiro de 1990 nº3/12-941/s do Reino da Bélgica.

 

O estudo dos ciclos históricos e os princípios filosóficos da busca de uma sociedade justa fazem parte do nosso programa de formação. Tal como acontece com a religião, acreditamos que as posições fanáticas e fechadas só geram violência e separação, e que o estudo e a reflexão profunda da história conferem as ferramentas individuais de tolerância e compreensão para com os seus concidadãos. Nas nossas sociedades faltam cidadãos verdadeiramente dispostos a trabalhar juntos pelo bem comum, mais além de qualquer preferência política.

A N.A. está legalmente constituída?

Sim, em todos os países onde trabalhamos.

Cada uma de nossas sedes está registada pelas autoridades governamentais e cumpre escrupulosamente com as normas legais de cada país. Da mesma forma, promovemos entre os nossos membros e amigos o respeito pelas mesmas. Além disso, a Organização Internacional Nova Acrópole, como associação internacional sem fins lucrativos, está inscrita no Registo Internacional de Associações, reconhecida pelo Real Decreto de 12 de Fevereiro de 1990 nº3/12-941/s do Reino da Bélgica.

É possível colaborar com a N.A. sem ser membro? Como?

Todos podem participar livremente nos diversos programas de voluntariado e atividades culturais e sociais que desenvolvemos nas nossas sedes da N.A. em todo o mundo. Isso possibilitar-lhes-á conhecer as nossas atividades e os nossos princípios postos em ação.

Circulam comentários críticos que visam a desprestigiar Nova Acrópole. Qual é a posição da organização em relação a essas críticas?

Entendemos que aqueles que, de alguma forma, se sentem ameaçados pelo nosso sincero respeito à diversidade não estejam de acordo connosco e em certos momentos nos tenham atacado, e ainda que respeitemos e aprendamos com as críticas, pois não somos perfeitos, rejeitamos e denunciamos a difamação, da qual por vezes fazem uso pessoas inescrupulosas, através da internet e de outros meios de comunicação.

A nossa resposta só pode ser o exemplo do nosso trabalho a favor da educação e da liberdade de pensamento em mais de 50 países e as nossas portas abertas para todos aqueles que desejem conhecer-nos.