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10 Tópicos de uma Vida Bem Sucedida

Cada época, cada indivíduo, possui as suas ideias do que considera uma vida de sucesso, mas haverá algo que possamos considerar sempre válido para uma vida de sucesso, quer seja do ser humano que viveu na antiga Grécia, China, América Pré-colombiana, Renascimento ou no mundo contemporâneo? O que é próprio de uma época, e por isso temporal e relativo, e o que é de certa forma eterno? O que materialmente era importante para um grego antigo, não o foi certamente para um azteca e tão pouco o é para o homem dos nossos dias, tal como certamente o que é valorizado nos nossos dias, não o será dentro de algumas centenas de anos. No entanto se lermos dos grandes filósofos e sábios de todas as culturas e de todos os tempos as suas instruções sobre a arte de viver encontramos uma frescura e uma identificação como se acabassem de ser proferidas nesse mesmo instante à nossa frente.

Se a felicidade do ser humano estivesse nas conquistas materiais próprias das alienações da sua época, então aquele que as alcançasse seria o mais bem-sucedido e mais feliz dos homens. A verdade é que nos nossos dias podemos facilmente perceber que havendo tanta gente a possuir tanto e tanto materialmente, vive profundamente angustiado, com depressões, solidão, etc. Embora vivendo-se provavelmente na época histórica onde a comodidade atingiu o mais alto nível, vive-se paralelamente talvez o momento onde a angústia, o mal-estar e a solidão são os mais elevados.

Talvez necessitemos olhar antes outros elementos que nos proporcionem uma vida bem-sucedida, aqueles que admiramos nas palavras dos grandes filósofos e sábios de todos os tempos do oriente e ocidente e tantas vezes mal plagiados em best-sellers de “auto-ajuda”.

Os sucessos baseados no efémero são efémeros e trazem-nos mais cedo ou mais tarde o medo da sua perda ou mesmo o vazio, quando os perdemos e o ser humano necessita de alcançar elementos, por muito pequenos que sejam, que lhe permita sentir-se mais forte, mais estável, elementos que lhe permitam saborear algo de verdadeiro e de eterno.

Cada ser humano vive rodeado de uma série de circunstâncias por destino, karma, fatum ou o nome que lhe queiramos dar, com as suas riquezas, alegrias, provações, etc. mas para além das contingências o homem necessita crescer através da arte de bem-viver que é o seu espaço de liberdade, o que depende dele. Como diziam os filósofos estoicos, é importante sabermos distinguir, com claridade e não por fraqueza ou desejo, o que depende de nós e o que não depende e investirmos a nossa energia, o nosso esforço naquilo que depende de nós.

Ao ser humano não lhe basta sobreviver, a simples sobrevivência animaliza o ser humano, ele necessita de viver, necessita de existir, e existir é sonhar e realizar os sonhos, é dar sentido à existência, é estabelecer verdadeiros laços humanos, é dar vida à sua alma. O que hoje se rótula na maioria das vezes como “depressão” é na verdade um deficit de existência e a “terapia” é restaurar a dignidade da sua vida, desenvolver a arte de viver e essa arte não exige nada de super extraordinário da vida mas sim o prestar de atenção aos pequenos pormenores, atitude que garante a presença da alma, levando-nos a ver o mundo de forma mais vivida e profunda.

1. Arte de bem-viver
Viver deve ser um encantamento, um trabalho alquímico que permite transformar as experiências quotidianas da vida em jóias da nossa alma e isso não é possível num modo de vida inconsciente. Tal como quando estamos encantados por uma pessoa qualquer seu pequeno gesto ou oferenda se enchem de um enorme significado, quando nos encantamos pela vida todos os pequenos pormenores da existência nos trazem profundos significados, como a observação do cair de uma folha, de uma flor que se abre, do voo de um pássaro, de um sorriso...

É necessário introduzir a imaginação na vida, ser um artista. É necessário olhar a vida com os olhos da alma e não apenas com os olhos físicos, como dizia Saint Exupery na sua extraordinária obra de um ser cheio de encantamento, “O Principezinho”: “O essencial é invisível aos olhos, só se vê bem com o coração”.
Tantas vezes falamos da felicidade como um fim e nessa busca acabamos muitas vezes por perder a vida e as suas oportunidades, mas será ela mesmo um fim? Jean-François Dortier diz que “a felicidade não existe, é apenas uma placa de sinalização e indica várias direcções”. Talvez haja muito de verdade nesta ideia, pois a felicidade estaria no nosso modo de viver, como nas peregrinações em que é o caminho verdadeiramente o mais importante, o que dá sentido e profundidade ao local de chegada. A arte de viver é aprender.

A arte de viver é levar-nos à profundidade, à interioridade, concedendo-lhe tempo e oportunidade. O vazio que muitas vezes domina a vida resulta da incapacidade de acolher as vivências plenamente. Sentimo-nos vazios porque não retemos nada do que vivemos. Gastamos o tempo a construir uma caixa forte que no entanto estará vazia de tesouros. É quando o mundo penetra no nosso coração que se transforma nas jóias da alma.

A arte de viver é conduzirmos a vida, dar-lhe sentido, cor e música a partir da nossa alma, da nossa consciência interior em vez da tirania das nossas paixões ou das modas massificadoras.

2. Serenidade
O desenvolvimento da alma não é compatível com o ritmo de vida acelerado, é necessário tempo para que as coisas penetrem em nós e as assimilemos. A agitação das nossas vidas não permite tempo para pensar, para deixar que as impressões das vivências se instalem em nós.

É necessário “não ter pressa”, ao contrário da mentalidade das nossas sociedades contemporâneas, em que tudo é para agora ou para ontem, as coisas verdadeiras, consistentes e com durabilidade necessitam do seu tempo para se assimilarem, desenvolver e frutificar.

A noção alargada de tempo, ao contrário do “tempo que nos foge” é uma fonte de deleite para a alma. O que vivemos com alma tem o sabor do eterno. Da fugacidade da corrida de uma para outra coisa, fica a amargura de um tempo que se consome e nos consome. A presença de alma em todos os momentos engrandece os nossos dias e a nossa vida.

3. Vida activa e vida contemplativa
Podemos caracterizar a vida activa como o modelo de vida baseado na afirmação do desejo e da acção, em que o propósito da vida é agir e realizar, agir para alcançar e realizar as coisas.

A vida contemplativa é uma busca da felicidade baseada na renuncia das riquezas e sucessos e em que o sentido da vida está em aproveitar o momento presente.

Depois de termos vivido intensamente uma cultura e modo de vida baseado na conquista e realização, o pêndulo move-se em sentido oposto, uma onda do “deixar-se ir” entra nas aspirações do nosso tempo. Face a um estilo de vida stressante de mil e um compromissos de sucesso o “Jardim de Epicuro” torna-se um mito: uma casa de campo autos-suficiente em comunhão com a natureza (mas não muito selvagem, com os confortos), boa comida (gourmet), em convívio com os amigos...

É necessário estabelecer-se um equilíbrio entre as duas, contemplação e acção é basicamente o ritmo da nossa vida.

É necessário sabermos harmonizar os dois aspectos da vida, todo o extremo destabiliza-nos. Uma vida exclusivamente na perseguição da conquista e realização mantém o ser humano sempre na superfície e na agitação, gerando um vazio pela falta de assimilação das experiências da vida e falta de sentido, move-se muito mas sem direcção definida. Por outro lado, o excesso de vida contemplativa levar-nos-ia a uma castração da nossa necessidade de experiência, de comprovação prática dos valores e ideias, a uma falta de direção e construção inerentes à natureza humana.

É necessário reflectirmos, ter ideias claras para bem agirmos. Por outro lado é necessário agirmos para podermos vivenciar as nossas ideias e valores a fim de verificarmos a sua veracidade e até que ponto os conseguimos viver. Por último, a acção deve ser assimilada, retirada a experiência através da reflexão. Poderíamos resumir esta relação na necessidade de uma vida interior e uma vida exterior em que a presença viva da consciência em ambas permite o desenvolvimento do ser.

4. A arte de viver o momento
Não se trata de eliminar o passado nem de deixar de sonhar o futuro, pois isso seria provavelmente catastrófico para o ser humano, mas sim de sermos capazes de eliminar as ideias que nos agitam:
ansiedade, ruminações, expectativas, memórias e especulações desnecessárias de modo a podermo-nos centrar no momento presente e extrair dele o máximo que pudermos, pois perdemos muitas oportunidades presentes pelos remorsos do passado ou pelos medos e preocupações do futuro. O passado já passou, é experiência, e o futuro é algo que não sabemos, é uma incógnita.

É importante contemplarmos o que em cada dia a vida no oferece e sabermos aproveitar sem perdermos tempo. Cada dia é uma oportunidade que não devemos deixar passar. Contemplá-lo como se fosse o primeiro, com uma curiosidade de criança de querer tudo aprender, e por outro lado como se fosse o último, não adiando a oportunidade de fazermos o que temos de fazer.

5. Conhece-te a ti mesmo
Esta milenar máxima do “Conhece-te a ti mesmo” que se encontrava em Delfos, e perpetuada por Sócrates, sintetiza tantos e tantos ensinamentos da sabedoria do ocidente e oriente.

Temos que saber encontrar a nossa verdadeira natureza por detrás das inúmeras máscaras que vamos utilizando para a representação dos nossos papéis no palco da vida, saber encontrar o verdadeiro actor por detrás de todos os personagens.

Há que deixarmos de parecer para podermos ser. Como dizia Séneca não há pior coisa para um homem do que deixar de ser ele para ser outro. Talvez que a maior angústia para o nosso ser interior seja a impossibilidade de se poder expressar ao longo da vida e só na medida em que nos conhecemos podemos verdadeiramente ser. Somos muitas coisas coladas a nós pela manipulação, massificação, medos, modas, etc. as quais aos poucos vão fazendo parte de nós mas que não somos nós mesmos. É necessário atrevermo-nos a descobrir-nos, conhecer os nossos sonhos e os nossos caminhos autênticos, tornarmo-nos nós próprios.

E podemo-nos perguntar: “Como posso ser o que sou?” Uma vez um discípulo perguntou a Epicteto: “Como pode cada um de nós saber o que corresponde às suas qualidades?” Ao que Epicteto respondeu: “Como o touro, quando se aproxima um leão, sabe que a força e a coragem estão nele.” A resposta é clara, não se trata de nos perdermos em demasiadas análises, mas antes é na prática que nos vamos descobrindo, encontrando os nossos pontos fortes e fracos. Epicteto acrescenta, na continuidade desta história, que a bravura do touro ou do homem não se dá num ano, mas que é necessário um trabalho continuo. Não basta querer é necessário trabalho e esforço continuado.

6. Vontade e estratégia
A arte de viver exige-nos uma mudança pessoal, não nos podemos refugiar na fácil expressão do “que queres? Eu sou assim”, sim, somos assim mas podemo-nos ir transmutando, transformando interiormente.

Os comportamentos mudam-se com base na mudança do pensamento, pois é este que dirige os nossos actos. A mudança de mentalidade é a excelência do filósofo: aprender, clarificar as idéias e colocar em acção o pensamento. É o auto-conhecimento que leva ao auto-controle sobre a sua vida.

A vontade é fundamental para essa conquista mas não chega pelo facto de não a termos bem exercitada, necessitamos treiná-la e também termos uma boa estratégia. Fazermos promessas de mudança é fácil, mas depois os condicionalismos do dia-a-dia, como o stress, os desejos imediatos, distrações, rotinas e milhares de outros assaltos do quotidiano fazem-nos vacilar ou mesmo fraquejar.

Para transformarmo-nos, é necessário também transformarmos o entorno no qual vivemos. O cuidado sobre os ambientes onde nos movemos, as imagens que absorvemos, as leituras, conversas e tantos outros elementos que acabam por criar os nossos pensamentos. Temos que ser como Ulisses que sabendo que ele e os seus companheiros não conseguiriam resistir aos cantos das sereias, tapou os ouvidos dos seus companheiros e amarrou-se ao mastro.

Mudando interiormente mudamos a nossa vida e mudando a vida mudamo-nos a nós. Alterarmos os nossos comportamentos, desenvolver um espírito de altruísmo, de voluntarismos (acção pela vontade) e não apenas acções interessadas de onde podemos tirar algo em troca. As nossas acções e comportamentos ajudam-nos a orientar a nossa vontade e manter-nos no caminho da transformação.

7. Quando se muda...
Sempre esperamos que as coisas mudem por fora quando na verdade as mudanças têm que começar dentro de nós. Todos sabemos que quando não estamos bem connosco próprios tudo à volta se torna cinzento, nos deparamos com gente mal disposta, tudo nos corre mal,... no entanto, quando estamos apaixonados ou entusiasmados com algo o mundo parece-nos completamente diferente, nada nos chateia, a nossa simpatia atrai a simpatia dos outros, todas as coisas fluem e se algo não sai tão bem o optimismo leva-nos a recomeçar com bom ânimo.

Ensinaram-nos a mudar as coisas quando não gostamos, mas a verdade é que na maior parte das vezes não é as coisas que necessitamos de mudar, mas sim a nós mesmos. Todas as situações com que nos deparamos na vida de algum modo nos querem ensinar algo, então quando pedimos a Deus, à vida ou a quem seja que nos retire essas provas estamos a demonstrar muita incompreensão e a tornar as situações verdadeiramente dolorosas por essa rejeição e incompreensão, o que devíamos pedir era que nós mesmos mudássemos de modo a compreendermos e aprendermos com as situações e aí sim, se mudamos o modo de pensar e entender então as coisas mudam verdadeiramente também fora. Mudar a vida é uma tarefa interior.

Procurarmos sempre o que há de errado com as situações da vida e com as pessoas porque necessitamos de objectivar, de dar um rosto, ao que há de errado connosco, pois a visão que temos do mundo é, em grande medida, a visão que temos de nós mesmos. Quando os outros, a vida, nos parecem feios então é um óptimo sinal de que temos que nos mudar. Não adiante culpar o espelho.

8. Porque necessitamos de dificuldades?
Na maioria das vezes só aprendemos quando alguma coisa não nos é agradável ou mesmo dolorosa, e não é porque tenha que ser assim, mas porque vamos sempre adiando as mudanças até que realmente sintamos a dor da “cabeçada na parede”. Mudamos de hábitos alimentares quando acabamos por adoecer pela má alimentação que vamos continuadamente fazendo, dizemos o que sentimos por alguém quando a relação se começa a quebrar, damos importância à vida interior quando se desmorona a conquista material, etc.

É nos momentos difíceis que aprendemos as maiores lições, de alguma forma quando caiem todas as pseudo-seguranças, nos retiram das zonas de conforto, e de alguma forma dizemos que já não há nada a perder e apostamos em sermos nós próprios e apostar na autenticidade, vermos as coisas com a claridade da nossa consciência.

Por norma não vemos os sinais que a vida nos vai dando de modo suave e gradual e só quando nos bate com força é que nos perguntamos: “porque é que tudo me acontece?” Não seria necessário passarmos por muitas das situações mais difíceis para aprendermos se não fossemos surdos aos sinais e avisos que vamos tendo, mas como não ouvimos acabamos por ter de levar um “berro” e então a nossa atenção põe-se alerta. A nossa resistência à mudança é o que torna a nossa existência mais difícil e às vezes dolorosa.

Não devemos eleger o fácil, mas sim o que nos permita fazer crescer. O fácil é o que já sabemos e no qual provavelmente teremos pouco a aprender, o difícil é o que ainda não superamos, não conquistamos, é aí que mais temos para aprender. O nosso progresso dá-se grassas ao que nos faz resistência. É impossível avançar se não existe uma resistência, como a resistência do asfalto que faz mover as rodas, se fosse liso não se movia do mesmo sítio. Não desejemos uma vida “lisa” pois não sairemos do mesmo sítio.

9. Consagrar a vida a um fim sublime
Não se trata de abandonar a vida material e consagrarmo-nos a uma vida de ascetismo, o que para a maior parte de nós seria pouco provável, mas deixar que a nossa vida seja arrebatada pelas preocupações materiais tão pouco nos beneficia. Temos direito a ter tudo aquilo que nos permita levar uma vida condigna, mas também devemos reclamar o direito e esforçar-nos em ter lugar na nossa vida aos ideais, aos valores, ao nosso crescimento interior, a colocar um pouco de luz na nossa vida. Sempre vamos deixando para segundo plano a vida interior, esquecendo que é ela a que dá dimensão, sentido e força a tudo o resto.

Dedicarmos a nossa vida a um ideal, a um fim sublime, é enriquecer-nos, aumentar a nossa força. Onde investimos a nossa energia aí a fazemos crescer.

Em todos os actos e momentos da nossa vida quotidiana, mesmo nos mais simples devíamos esforçar-nos por dar-lhes uma “transcendência”, um valor mais alto, um sentido mais elevado e nobre, cada momento ser iluminado pelos nossos ideais, pelos nossos valores, levando-nos a dar grandiosidade à nossa vida, pois ela não depende só dos actos mas do sentido profundo que assumem.

10. O amor torna-nos infatigáveis
Devemos aprender a fazer as coisas sempre com amor, pois o amor que dedicamos às coisas é o que nos fortalece, vivifica. O que nos desgasta, nos deixa de rastos, sem ponta de vitalidade e ânimo, é tudo aquilo que fazemos sem amor, em conflito interno.

A falta de amor gera o medo. Sendo o medo um companheiro inseparável do ser humano, dele não nos podemos livrar, mas podemos não ficar presos nele e o que nos permite soltar-nos é o amor, é ele que nos abre à vida, é com ele que apesar do medo não hesitamos em agir, em lançar-nos em direção ao que para nós tem um valor sublime. O amor é por isso a força libertadora.

Na vida não existem fórmulas mágicas, receitas que resolvam os nossos dilemas, desafios e problemas. O que procurámos nestas breves notas foi apenas reflectir na base de tantos e tantos ensinamentos da Filosofia sobre alguns temas que de alguma forma nos tocam a todos e com eles desafiar a nossa mente a reflectir e a nossa vontade a agir em outras direcções que possamos considerar válidas tornando a vida uma verdadeira aventura de conquista de nós próprios.

José Ramos
Fe
vereiro de 2014

 

Bibliografia:
- “A arte de triunfar na vida” de Délia Steinberg Guzmán, Edições Nova Acrópole
- “O sentido da alma” de Thomas Moore, Planeta Editora
- “Siga o seu coração” de Andrew Matthews, Edições Ésquilo
- “Reglas de oro para la vida cotidiana”, de Omraam Mikhaël Aïvanhov, Ediciones Prosveta
- Artigo “Aportes de la filosofía a la manera clásica para el mundo actual – El arte de vivir”, de Michel Echenique
- Artigo “Réussir sa vie en dix leçons”, de Jean-François Dortier in Revista “Sciences Humaines” Nº23
- Artigo “L'art de vivre dans l'antiquité”, de Annie Collognat in Revista “Sciences Humaines” Nº23

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 
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